“Eu tenho o processo de drenagem da escola aberto, mas não foi caracterizado como uma obra emergencial pela Secretaria de Obras. Portanto, eu também dependo dessa priorização por parte dos órgãos técnicos do Estado para buscar o recurso para executar essas obras”, esclarece Somacal. Conforme os funcionários, quando chove, o esgoto pluvial que desce do morro atrás da escola fica concentrado no pátio. Além disso, há uma obra do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) na rua em frente, e o nível da via ficou mais alto que o do colégio.
Os cerca de 200 alunos da instituição ficaram sem aula hoje devido ao alagamento das salas de aula. “Cada vez que chove, o colégio alaga. Na semana passada, não teve aula”, contou Luciana Beatriz da Silva de Melo, mãe de três estudantes.