Segundo o vice-presidente da entidade Gerson Assis, somente nessas duas linhas, foram registrados 41 assaltos neste ano. “Queremos uma posição do governo do Estado. Está na hora de criar vergonha e sair de trás da mesa para garantir segurança”, disse.
A EPTC orienta os passageiros a procurarem alternativas às linhas paradas hoje. Os manifestantes informaram que devem seguir o protesto, por tempo indeterminado, até que a Polícia Civil apresente uma medida para diminuir o número de ataques.
A entidade sugere a criação de uma delegacia especializada para combater a criminalidade nos meios de transporte. O chefe da Polícia Civil, Ranolfo Vieira Júnior, disse que não tinha conhecimento do pleito do sindicato, mas prometeu analisar ainda hoje o caso.