Os profissionais uruguaios que atuam no terminal integrado (Brasil/Uruguai) só liberam mercadorias perecíveis, produtos perigosos e medicamentos de uso humano. Nesta terça-feira, apenas 17 caminhões que transportavam cargas perecíveis brasileiras para o Uruguai foram autorizados a ingressar no país vizinho.
No pátio da empresa de logística que explora a concessão do estacionamento, 70 transportadores aguardavam a liberação de suas cargas. Os aduaneiros reivindicam melhorias salariais e aguardam resposta a uma pauta de reivindicações que inclui melhorias salarias e efetivação de funcionários contratados há mais de 20 anos.