Escolas sem aula, trânsito interrompido no Centro, Polícia Civil de braços cruzados, servidores do Presídio Estadual paralisados, Brigada Militar com apenas duas viaturas em operação. Esta foi a situação encontrada pelos alegretenses na manhã desta segunda-feira.
Por volta das 9h já havia movimentação no Calçadão. A sineta voltou a soar e foi com ela que os professores saíram em caminhada na direção da rua Mariz e Barros, onde outra classe também estava paralisada: a Segurança Pública. Policiais civis estenderam faixas e cruzaram os braços. O trânsito trancou na Mariz enquanto ocorria a manifestação. É possível manter a dignidade desta forma? Foi a pergunta que se ouviu em um dos pronunciamentos. Há professores que já estão sendo internados por problemas de saúde depois de verem seu contracheque, disse um orador. É uma tortura mental pronunciou um policial civil ao fazer uso da palavra.
Na avaliação da diretora do Cpers-Sindicato, Rosa Dotta, 100% das escolas paralisaram. Na tarde desta segunda-feira, às 17h30min, o Cpers confirmou participação em outra caminhada, desta vez, das mulheres dos policiais militares que saírão da Praça Nova em direção à sede da Brigada Militar. Hoje, a Brigada Militar está com apenas duas viaturas em operação. Pessoal da Susepe também paralisou. Um dia de protestos em todo o Estado
Paralisação de servidores públicos afeta rotina em Alegrete
Professores e policiais protestaram nesta segunda