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Paralisação do GHC afeta atendimento em posto de saúde

Unidade do Hospital Divina Providência não funcionou nessa manhã

50% dos atendimento para casos de média complexidade e 80% nas UTI´s e centros cirúrgicos serão efetuados
50% dos atendimento para casos de média complexidade e 80% nas UTI´s e centros cirúrgicos serão efetuados Foto : Vinícius Roratto
Um grupo de trabalhadores da unidade básica de saúde do Hospital Divina Providência, que é administrada pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC) de Porto Alegre, paralisou totalmente as atividades na manhã desta quarta-feira,  contrariando a orientação do sindicato. Segundo o diretor-técnico do GHC, Neio Lúcio Pereira, o problema é pontual e deve ser resolvido nas próximas horas.

A orientação do Sindisaúde é baseada no acordo realizado nessa terça-feira com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e com a direção do GHC, garantindo que haveria um mínimo de 50% de atendimento para casos de média complexidade e 80% nas UTI's e centros cirúrgicos.

No acordo também ficou definido que o GHC tem 10 dias para apresentar uma proposta de gratificação e benefícios para os servidores. Entre as reivindicações acordadas com o TRT, houve a inclusão da concessão de vale-alimentação e cinco dias de férias-prêmio. Já sobre a redução de jornada de trabalho para 30 horas e gratificação de 70%, que também são exigidas pelos trabalhadores, não há previsão para negociação.

Para tentar cumprir os termos, dois representantes do GHC já estão em Brasília para encaminhar as pautas dos trabalhadores ao Ministério do Planejamento ainda nesta quarta-feira.

Desde as 7h, 20% dos servidores do GHC estão de braços cruzados devido à paralisação que atinge 15 categorias diferentes da instituição, entre enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e psicólogos. A greve deve durar até as 14h desta quinta-feira, conforme definido após a assembleia de conciliação.

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