A Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) se reunirá na quinta para decidir os rumos da greve. Segundo o presidente da entidade, Valmor Guedes, a mobilização só acabará se houver condições conjunturais para um desfecho favorável às principais reivindicações: “Uma proposta de reajuste com aumento real, nenhum desconto salarial pelas ausências na greve e abertura de um foro para que se estabeleça a eleição das lideranças”. Desde o início da greve, 500 cirurgias eletivas deixaram de acontecer e houve redução de 30% nos atendimentos de emergência.
Para o diretor executivo do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre, Tibiriçá Rodrigues, o reajuste pedido pelo Sindisaúde não é realista. “Quem vai pagar 21,87% com uma inflação de cerca de 5% ao ano?”, questionou.