Está proibida a entrada e a saída de animais do local – um dos maiores parques naturais da América Latina e que abriga animais selvagens – assim como a circulação de pessoas por tempo indeterminado. Os animais do Pampa Safári passarão por uma série de exames e Ibama e Seapa vão avaliar que medidas serão tomadas para a reabertura do parque.
A denúncia sobre as mortes foram confirmadas com a realização de exames no laboratório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e por meio de necropsia. O Ibama não confirmou o número de mortes, mas adiantou que mais de uma espécie de animal teria sido contaminada.
Apesar de rara, a tuberculose bovina pode ser transmitida para pessoas. A doença é causada por uma bactéria e os bovinos são os principais hospedeiros, embora outros animais possam ser contaminados.
O Pampas Safari, fundado há 35 anos, fica às margens da ERS 20. É um parque privado, referência nacional e mundial na criação de animais selvagens. Cerca de 2 mil animais são abrigados na área de 320 hectares. O Correio do Povo tentou entrar em contato com a administração do local por telefone, mas não obteve sucesso.