A tempestade causou inúmeros transtornos no trânsito e no abastecimento de energia elétrica. Conforme informações da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), os pontos mais críticos em relação aos alagamentos foram as avenidas Protásio Alves, Ipiranga e Bento Gonçalves.
Um trecho do Arroio Dilúvio, em frente à PUC, chegou a transbordar no meio da tarde. A estação meteorológica mais próxima da universidade, pertencente ao Instituto Nacional de Meteorologia, no Jardim Botânico, indicou 41 milímetros em cerca de uma hora. Segundo a MetSul, o trajeto do arroio no local e o fato de ele ser estreito em frente à PUC foram decisivos para o transbordamento.
Outros pontos da cidade tiveram acumulados inferiores. As estações do Sistema Metroclima da prefeitura indicaram 24mm no bairro Moinhos de Vento, 18mm na avenida Sertório, 10mm em Belém Novo e 6mm na Lomba do Pinheiro. Assim que parou de chover, por volta das 16h, o volume de água começou a baixar e a situação foi se normalizando na cidade. Às 17h, segundo a EPTC, não havia mais nenhum ponto de alagamento.
Luz
A Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) também enfrentou problemas por causa da tempestade. Cerca de 2,5 mil consumidores estão sem luz no bairros Auxiliadora, Mont'Serrat e Bela Vista em razão da queda de galhos em alimentadores de energia elétrica. A previsão é de que o fornecimento seja normalizado à noite. No entorno do estádio Beira-Rio, o problema foi solucionado.