O diretor corporativo da Goldsztein, construtora responsável pela obra, informou que Dias usava todo o equipamento de segurança necessário, como botas, cinto e capacete. Rogério Raabe frisou, porém, que o operário ocupava o posto de servente de obra e não tinha razão para estar no local onde ocorreu o acidente. O executivo relatou que, justo para a manhã de hoje, a construtora havia programado um treinamento de segurança para os trabalhadores.
No Rio Grande do Sul, há 30 mil acidentes de trabalho registrados por ano, segundo a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE-RS). Em 2009, quando foi publicada a estatística mais recente, 130 pessoas morreram. O gasto anual do País na área chega a R$ 57 bilhões.
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, mais de 2 milhões de trabalhadores morrem por ano em acidentes de trabalho. Ainda segundo a OIT, lideram o ranking os setores de agricultura, construção civil e mineração.