Segundo o delegado de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da Polícia Federal, Fábio Scliar, responsável pelas investigações, a expectativa é que até sexta-feira sete funcionários prestem declarações na superintendência do órgão, na Praça Mauá, zona portuária do Rio.
Eles serão questionados sobre detalhes técnicos que tenham contribuído para o derramamento de óleo e ainda sobre suspeitas de contratação ilegal de estrangeiros para trabalhar no Brasil.
O vazamento começou há cerca de 15 dias, provocando uma mancha no mar que, segundo a Agência Nacional de Petróleo (ANP), está diminuindo. O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, no entanto, afirmou que "bolas de piche" chegarão a algumas praias do Sudeste em até um mês e meio.
A empresa Chevron já foi multada em R$ 50 milhões pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
