Representantes dos aeroviários (trabalhadores de empresas aéreas que atuam em terra) e aeronautas (pilotos, co-pilotos e comissários de voo) têm uma reunião nesta quarta-feira com empresários do setor para tentar uma negociação que reverta a possibilidade de greve.
Os cerca de 30 mil trabalhadores do setor no país já estão em estado de greve e prometem cruzar os braços na véspera do Natal, dia 24 de dezembro, por tempo indeterminado, caso não recebam reajuste salarial de 10%. Os empresários dizem que não podem reajustar salários em mais de 4%.
O diretor do sindicato dos aeroviários de Porto Alegre, Henry Rupp, disse que mesmo com a garantia de 30% dos trabalhadores em ação, uma greve pode resultar em caos no transporte áereo. Dia 1º de dezembro é a data-base das categorias.
O Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias também não quer ampliar de 30 para 60 dias o período para compensação de horas-extras.
Pilotos aéreos ameaçam entrar em greve na véspera do Natal
Aeroviários e aeronautas exigem reajuste salarial de 10%