Na quinta-feira, a Secretaria Municipal de Cultura começou a entregar os alvarás para 381 entidades que inscreveram-se para participar do evento. A preocupação com a prevenção a incêndios fez com que a coordenação do evento adotasse algumas medidas especiais neste ano - algumas delas já haviam começado a ser implantadas. Os galpões não poderão ser construídos rentes um ao outro, e nem em locais onde não é possível o acesso do caminhão de bombeiros. Pela primeira vez, o Corpo de Bombeiros estará presente no parque durante todo o equipamento. Além disso, um integrante de cada piquete precisará receber treinamento de combate a incêndios.
As mudanças não preocupam os primeiros ocupantes do acampamento. “Na verdade, estão fazendo valer uma regra que já existia. Só estão sendo mais incisivos”, afirmou Naira Jobim, patroa do piquete Vento Sul. Como costuma receber muita gente no local, ela afirma que sempre tomou as precauções necessárias. “Esse aqui vira o meu CEP durante o mês de setembro. Vejo (a preocupação com incêndios) como algo muito positivo”, respondeu ela, que dedicou-se à montagem do piquete na manhã deste sábado.
O prazo para a montagem dos piquetes encerra-se no dia 30 de agosto. A abertura ocorre no dia 7, com a chegada da chama crioula. Com o tema “O Rio Grande do Sul no imaginário social”, a acampamento deste ano conta diversas atividades como bailes, rodeio, competições de laço, rédeas e gineteadas.