A pirâmide de Quéops, um das sete maravilhas da Antiguidade, construída há 4.500 anos no Egito, pode conter duas cavidades desconhecidas, anunciaram neste sábado os cientistas encarregados do projeto "ScanPyramids". O ministério das Antiguidades egípcio informou em um comunicado sobre duas "anomalias" detectadas na pirâmide do faraó Quéops e disse que serão realizados mais testes para definir função, natureza e tamanho das cavidades.
O projeto ScanPyramids, lançado e outubro de 2015, recorre a várias tecnologias que misturam a termografia infravermelha, a radiografia com múons e a reconstrução em 3D para tentar "revelar a presença de estruturas internas desconhecidas nos dias de hoje nos monumentos antigos".
O monumento gigantesco se encontra na periferia do Cairo, junto à esfinge e às pirâmides de Quéfren e Miquerinos. Quem determinou sua construção foi Quéops, um faraó da IV dinastia, que reinou no Egito há mais de 2.600 anos antes de Cristo.
Pirâmide de Quéops pode conter duas cavidades desconhecidas
Construída há mais de quatro mil anos no Egito, estrutura é uma das sete maravilhas da Antiguidade