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Piratini recebe representantes do Detran para discutir greve da categoria

Casa Civil salientou momento difícil do governo do estado, mas deixou portas abertas para novos encontros

Casa Civil salientou momento difícil do governo do estado, mas deixou portas abertas para novos encontros
Casa Civil salientou momento difícil do governo do estado, mas deixou portas abertas para novos encontros Foto : Nabor Goulart / Casa Civil / CP
O secretário adjunto da Casa Civil do governo do estado, José Guilherme Kliemann, recebeu, nesta segunda-feira, a direção do Sindicato dos Servidores do Detran (Sindet). No encontro, foram apresentadas as pautas definidas na assembleia da categoria na última sexta-feira. Participaram do encontro, o presidente da entidade, Maximilian da Rocha Gomes, o vice-presidente Jefferson Otto e os conselheiros Carlos Longone e Maria Gorete Alves da Costa.

Os servidores do Departamento Estadual de Trânsito/RS estão em greve a partir desta segunda-feira. A categoria já estava em estado de greve desde 1º de julho e aprovou, em assembleia geral na sexta-feira, cruzar os braços por tempo indeterminado. A falta de diálogo com o governo estadual é apontada pelos trabalhadores que deixarão de aplicar, durante a greve, cerca de mil provas teóricas e duas mil práticas por dia no Estado.

Kliemman destacou que, já na semana passada, o governo colocou-se à disposição para receber os servidores por meio do Detran e da Secretaria de Modernização Administrativa e dos Recursos Humanos (Smarh). Está confirmada uma reunião nesta terça-feira, às 14h, quando o grupo será recebido pelo secretário da Smarh, Raffaele Di Cameli.

Em nota, o Piratini salientou que "o governo, dentro das suas possibilidades, jamais deixou de receber reivindicações ou representações". "Estamos enfrentando um momento muito difícil, sem perspectivas de solução a curto prazo. Porém, as reivindicações precisam ser primeiramente apresentadas aos gestores do Detran e da Secretaria da Administração para que, posteriormente, possam ser analisadas no conjunto do governo, como em todas as situações", explicou Kliemann. "Estamos de portas abertas ao diálogo, mas é preciso uma avaliação prévia dos órgãos diretamente ligados aos servidores para que as reivindicações possam ser analisadas de forma mais detalhada", disse.