A ocupação ocorreu na madrugada deste domingo. À tarde, por volta das 16h30min, 20 policiais do Batalhão de Choque retiraram os protestantes. Segundo os policiais, a saída foi pacífica, mas manifestantes apontam truculência na retirada. Quatro indígenas permanecem no local e Wadih Damous, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB Nacional, está intermediando as negociações para o desfecho do confronto.
Os índios consideram que o terreno em que o Consórcio Maracanã, gestora do estádio, instalou suas estruturas para a obra do entorno, pertence ao povo indígena e que a empresa não podia ter demolido um dos galpões do antigo laboratório. A questão está em debate no Judiciário.
A ocupação da Aldeia Maracanã, que fica em prédio contíguo ao ocupado pelos índios e simpatizantes da causa há meses, não será alvo de retirada, segundo a PM.