Geral

PM usa gás lacrimogêneo para tentar dispersar manifestantes no Rio

Grupo de ativistas tentou invadir a prefeitura

Os manifestantes e a polícia continuam em confronto no Rio de Janeiro, apesar de, há alguns momentos, algumas pessoas terem deitado no meio da rua como forma de resistência pacífica. O Batalhão de Choque avança para a avenida Presidente Vargas e dispara balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio e efeito moral.

Muitas das luzes das ruas da região foram apagadas e os manifestantes acenderam diversas fogueiras. Neste momento, a frente da prefeitura do Rio de Janeiro está praticamente vazia e um veículo similar a um carro blindado (caveirão) do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar acaba de chegar na Avenida Presidente Vargas.

Mais cedo, umm grupo tentou invadir a prefeitura. A tensão aumentou após o lançamento de um rojão dentro do prédio, que foi isolado pela polícia. A Tropa de Choque foi posicionada no interior do prédio para evitar uma invasão.

A passeata percorria a avenida Presidente Vargas com tranquilidade. Os jovens chegaram cantando e tocando apitos e instrumentos de percussão, aos gritos de sem violência. Os manifestantes disseram que queriam entrar na prefeitura para fazer uma vigília e falar com o prefeito Eduardo Paes. 

Os manifestantes seguram cartazes em que pedem tarifa zero do transporte público, mais recursos para a saúde e a educação e a valorização dos professores. Também criticam a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limita o poder de investigação do Ministério Público, e os gastos públicos com a Copa do Mundo.


Bookmark and Share