Uma veterinária e um biólogo examinaram o macaco e não detectaram sinais de maus tratos. É um macho adulto que será encaminhado ao escritório do Instituto Brasileiro do Meio-Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama), em Chapecó (SC).
Conforme o comandante do GPA de Nonoai, sargento Alencar Fontana, o macaco-prego é uma espécie comum na região, mas que este deveria estar em cativeiro. A Brigada fara buscas, agora, para tentar encontrar o local de origem, onde pode existir algum tipo de criatório.