O inquérito já foi concluído, mas só deve ser encaminhado na Justiça nesta terça pela delegada Carmen Kátia Regio, titular da 17ª Delegacia de Polícia. O relatório apontou uma despesa de cerca de R$ 37 mil. O maior dano foi causado na porta do Paço, estimado em R$ 30 mil. O total compreende estragos causados em vidraças e viaturas, entre outros itens.
A delegada adiantou ainda que um dos seis indiciados também foi identificado como um dos autores de outra depredação ocorrida no Paço durante os protestos de 23 de abril. A policial também assumiu a investigação sobre uma terceira pichação ocorrida em 22 de maio, mas as câmeras de segurança não flagraram a ação e nenhum suspeito foi identificado.
Protestos nas sedes da ATP e da EPTC
A onda de protestos contra o aumento das passagens de ônibus em Porto Alegre também culminou em vandalismo contra as sedes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), em 4 de abril, e da Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP), em 11 de abril. Nos dois inquéritos, a Polícia Civil ainda não conseguiu identificar nenhum dos autores, porém segue ouvindo as testemunhas para tentar apontar a autoria dos ataques. Os administradores dos órgãos estimaram que os prejuízos chegaram a casa de R$ 30 mil e R$ 70 mil, respectivamente.