Os atos de vandalismo ocorrem há pelo menos três semanas, segundo moradores do município. Nessa segunda-feira, o Corpo de Bombeiros foi chamado para conter as chamas em um contêiner. “É um tipo crime cujo responsável é de difícil identificação, já que ele precisa apenas de um isqueiro e alguns segundos para agir”, justifica o comandante do 6º Regimento de Polícia Montada (6º RPMon), major Emílio Teixeira.
Segundo ele, a Brigada Militar está atenta ao problema, mas não pode adotar medidas especiais para flagrar os vândalos, já que tem outras prioridades para serem atendidas com o contingente disponível. Teixeira informa, ainda, que não recebeu nenhuma denúncia oficial por parte da Prefeitura sobre esses atos de vandalismo.
A prefeitura de Porto Alegre enfrenta o mesmo problema. A ocorrência mais recente foi registrada na madrugada de sexta-feira passada, quando foi queimado um contêiner na esquina das avenidas Protásio Alves e Ramiro Barcelos, nas proximidades do Hospital de Clínicas.
Desde 12 de julho de 2011, quando a prefeitura da Capital implantou o sistema de coleta automatizada do lixo orgânico domiciliar, 44 dos cerca de 1,1 mil contêineres foram danificados, mas menos de metade deles precisou ser substituída.