Mirian afirmou serem fortes as evidências de que um aluno da instituição tenha encaminhado a mensagem. “Parece não restar dúvida”, disse, garantindo que a atitude não manchou a imagem da universidade. A suspeita é de que o e-mail tenha partido de uma pessoa descontente com a vitória, na eleição do Centro Acadêmico, da chapa que tem dois integrantes homossexuais assumidos. Em nota, a universidade deixou claro repudiar "pensamentos e atitudes preconceituosas, seja de qual for a natureza, racial, étnica, sexual, social, religiosa ou política".
Nesta sexta-feira, às 15h, a ONG Somos, que trabalha pelos direitos de homossexuais, pedirá providências ao promotor Francesco Conti, do Ministério Público do Estado. Logo depois, às 17h, a entidade promove uma manifestação em frente à universidade exigindo que os alunos de medicina recebam orientações sobre sexualidade e direitos humanos.