Até esta sexta-feira, os representantes estaduais deverão anunciar apoio ao movimento. Todos os serviços de atendimento ao público, como emissão de passaportes, porte de armas e controle de produtos químicos serão afetados. No caso dos passaportes, serão realizados apenas aqueles que se enquadrarem como de emergência.
Além disso, os agentes irão promover a chamada “operação padrão” nos aeroportos e fronteiras do Rio Grande do Sul. Assim, haverá uma concentração maior de servidores nestes locais. As perícias e autorizações passarão a ser individualizadas. Atualmente, pelo número limitado de profissionais, é feito por amostra.
Segundo o Sindicato dos Policiais Federais do Rio Grande do Sul (SINPEF/RS), a paralisação vai ocorrer na terça e quarta-feira. Na quinta, haverá avaliação do movimento. O presidente do sindicato, Paulo Paes, conta que a ideia é fazer com que os problemas enfrentados pelos agentes se tornem de conhecimento da sociedade.
Entre as reivindicações da categoria está reestruturação da carreira, discussão de novas políticas salariais e troca do atual diretor-geral PF, Leandro Daiello Coimbra.