Associado a isso, os agentes informaram ainda enfrentar a falta de condições de proteção das fronteiras, que é uma das principais atividades da PF, e a crescente terceirização das atribuições, o que tem esvaziado as atuações da categoria.
Para alertar a população e os servidores sobre a precarização, o ato ocorreu na entrada do prédio na Capital, onde também foram afixadas faixas. O presidente do Sinpef/RS e diretor de Estratégia Sindical da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Paulo Paes, disse que está ocorrendo um processo de “autofagia” na PF, que aponta o interesse de extinguir a instituição.
Os policiais apresentaram um cronograma de mobilização ao longo deste mês para pressionar o governo federal a abrir as negociações. Não está descartada a possibilidade de greve geral, conforme o sindicato. Os agentes também estiveram mobilizados hoje em outras capitais brasileiras.
Os agentes rebatem a alegação do governo de que não há recursos para a apresentação de uma política de investimentos a longo prazo para a categoria, sendo que outras áreas estão recebendo vantagens. Além disso, alertam para o fato de que o Ministério do Planejamento não quis abrir o processo de discussão sobre melhorias.