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População de Esteio reclama de cobrança de estacionamento rotativo

Parquímetros não fornecem troco quando o valor inserido não é igual às tarifas

A empresa responsável disse esperar nova licitação para readequações
A empresa responsável disse esperar nova licitação para readequações Foto : Fernanda Bassôa / Especial / CP
A impossibilidade de troco no pagamento das tarifas (R$ 1,80; R$ 2,70 e R$ 3,20) feito nos parquímetros do estacionamento rotativo de Esteio tem deixado os motoristas descontentes. Além de não ter o dinheiro devolvido pela máquina, o tíquete também não é emitido, caso não seja depositado o valor exato da taxa. 

“Se colocar R$ 2,00 não sai o tíquete porque a máquina não dá troco. E pede mais R$ 0,70”, conta o comerciante João Paulo Názario de Souza, 47 anos, que já passou mais de uma vez pela situação. O caso já foi pauta de reunião na Comissão de Segurança Pública, Defesa do Consumidor e Direitos Humanos da Câmara de Vereadores, mas até agora não houve alterações no sistema. A comunidade pede a flexibilização das tarifas.

A coordenadora de projetos da Zona Azul Brasil, responsável pelo estacionamento, Patrícia Barduque, explica que as máquinas foram fornecidas e instaladas pela empresa, mas quem opera é a prefeitura. “Estamos aguardando abertura de nova licitação pública, com novo edital, que deve sair em janeiro, para que sejam implementadas novas readequações tarifárias.” A nova modalidade, segundo a empresa, além de facilitar o uso do parquímetro, não trará qualquer despesa ao município.

O diretor de Mobilidade e Trânsito de Esteio, Mário José Medeiros da Silva, informou que muito em breve o problema deverá ser solucionado, dando melhor comodidade aos munícipes. “Cabe salientar que em nenhuma parte do mundo o equipamento parquímetro fornece troco. O que ocorre é a conversão dos valores inseridos a mais, que se transformam em tempo extra.”