Segundo os profissionais, a paralisação deve afetar as 45 unidade básicas de saúde da Capital, além de outros serviços onde o grupo trabalha. Conforme os manifestantes, ainda na semana passada a empresa encaminhou um e-mail à Secretaria alegando não ter verba para pagar os salários. De outro lado, a Pasta garante que já repassou os valores para a terceirizada.
"Enquanto isso, seguimos trabalhando de graça”, reclamou um vigilante, que prefere não se identificar. Procurados pela reportagem, representantes da direção da Clinsul não foram localizados.