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Porto Alegre confirma 11 novos casos de dengue em uma semana

Total de ocorrências da doença na Capital chegou a 110

A Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgou nesta terça-feira 11 novos casos de dengue em Porto Alegre. O último balanço do órgão, divulgado no dia 26 de março, indicava um total de 99 ocorrências da doença. Com as novas constatações, chegou a 110 o número total de pacientes infectados neste ano.

A primeira confirmação de dengue na Capital neste ano ocorreu em fevereiro. Do total de casos contabilizados, 67 são autóctones - quando a enfermidade é contraída na cidade - e 43 são de pessoas que adquiriram a doença em viagem a outros estados com incidência do mosquito Aedes Aegypt.

A região de Porto Alegre com maior número de infectados é a Leste. Entre o total de pacientes com a doença, 32 pessoas moram no bairro Partenon, cinco no bairro Santana, cinco no bairro Santo Antônio, cinco no bairro Bom Jesus, quatro no bairro Jardim Botânico, quatro no bairro São José, três no bairro Navegantes, dois no bairro Santa Maria Goretti, dois no bairro Chácara das Pedras, dois no bairro Cristal, um no bairro Humaitá, um no bairro Rio Branco e um no bairro Coronel Aparício Borges.

Sintomas

Os sintomas da dengue são febre com duração de até sete dias acompanhada de pelo menos duas das seguintes situações: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, e manchas na pele.

A dengue é uma doença febril aguda, de causa viral, que pode ter evolução benigna ou grave, quando se manifesta na forma hemorrágica. É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Menor que um pernilongo comum, de cor preta e com pequenas manchas brancas no corpo e nas patas, o inseto costuma picar no início da manhã e no final da tarde. Não existe vacina contra a doença.

Prevenção

O mosquito se reproduz na água parada, portanto, a melhor forma de prevenir é eliminar resquícios de água acumulada em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasos de plantas, jarros de flores, garrafas, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

Manter o lixo fechado, preencher os vasos de plantas com areia, guardar garrafas vazias com o gargalo para baixo são outras recomendações para evitar a proliferação do mosquito. Tratar regularmente a água de piscinas e mantê-la coberta por capa protetora. Caixas d’água também devem ser conservadas sob proteção.


FONTE: PMPA - Dados atualizados em 02/04/2013

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