Conforme o secretário de Obras e Viação, Mauro Zacher, atualmente, a cidade conta com três usinas da década de 70, sendo que apenas uma ainda opera. “A capacidade de processamento de asfalto passará de 50 para 280 toneladas por hora”, explica.
Além disso, os novos maquinários são menos poluentes, pois operam com gás natural ou óleo combustível. “Eles ainda funcionam com um filtro que reaproveita as partículas geradas no processo de fabricação do asfalto, impedindo que o resíduo se disperse na atmosfera”.
A previsão é de que os equipamentos já estejam funcionando no primeiro semestre de 2014 e, com isso, as usinas antigas serão desativadas. Zacher ainda destaca que existe a perspectiva de ampliação do atual número de equipes que trabalham no conserto de falhas e buracos das ruas da cidade. “Atualmente, temos 23 equipes, com 600 servidores. O ideal seria contarmos com 40 equipes”, destaca.
O secretário de Obras e Viação lembra ainda que a revitalização das vias da cidade custam cerca de R$ 20 milhões mensais para os cofres públicos.