O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Capellari, ressaltou os reflexos nas questões de segurança, com riscos à circulação de motoristas e pedestres, já que muitas paradas ficam às escuras, além dos gastos públicos. Para recuperação dos locais danificados no ano passado foi necessário um investimento de R$ 500 mil.
De acordo com Capellari, os atos se concentram em grandes avenidas e normalmente ocorrem nos períodos noturnos. Ele traçou dois perfis de jovens que praticam esse tipo de atitude: um se refere a grupos de classe média, algumas vezes alta, que agem alcoolizados; e outro de pessoas que buscam metais para vender em ferros velhos, com objetivo de obter dinheiro para a compra de drogas.
O trabalho de manutenção acaba por ser constante, conforme Adilson Carvalho, da Coordenação de Mobiliário e Segurança da EPTC. “Diariamente ocupamos equipes só para fazer reposições em razão destes atos”, revelou. Além dos furtos, equipes da EPTC trabalham diariamente para retirar cartazes, adesivos colados em placas, em paradas de ônibus e para apagar as pichações.
Um convênio entre Brigada Militar (BM), Guarda Municipal e EPTC também pode auxiliar a coibir atos de vandalismo e identificar autores. A parceria, assinada nessa quarta-feira, visa a disponibilizar para os três órgãos as imagens captadas pelas 139 câmeras de segurança instaladas pela BM e pela EPTC na cidade. Capellari pede que a população denuncie casos, através dos telefones 118 (EPTC), 116 (Prefeitura), ou 190 (BM) .