O atendimento no posto começou a ficar prejudicado no final da semana passada, depois que uma médica foi agredida e sofreu ameaças de uma moradora. Por motivos de segurança, o atendimento foi suspenso. Acompanhando a situação, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) informou que a situação de violência praticada contra os profissionais de saúde na Capital não é isolada. Diante dos relatos, a orientação do Simers foi de que as duas médicas do posto Milta Rodrigues deixassem a unidade, como ocorreu. Assim, permanecem trabalhando no posto apenas técnicas de enfermagem e agentes comunitárias.
Posto de saúde fechado por violência volta a atender sem médicos
Agendamentos de consultas estão suspensos por tempo indeterminado
Depois de relatos de violência e agressão contra funcionários, o posto de saúde Milta Rodrigues, no bairro Jardim Carvalho, zona Norte de Porto Alegre, funcionou com a equipe incompleta na última quinta. A unidade esteve aberta sem médicos e com a ausência de enfermeiros. A população que buscou atendimento foi informada apenas que os agendamentos de consultas estavam suspensos por tempo indeterminado. Pela manhã, a segurança foi reforçada em frente à unidade. Quatro guardas municipais e um PM fizeram o monitoramento no local.
O atendimento no posto começou a ficar prejudicado no final da semana passada, depois que uma médica foi agredida e sofreu ameaças de uma moradora. Por motivos de segurança, o atendimento foi suspenso. Acompanhando a situação, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) informou que a situação de violência praticada contra os profissionais de saúde na Capital não é isolada. Diante dos relatos, a orientação do Simers foi de que as duas médicas do posto Milta Rodrigues deixassem a unidade, como ocorreu. Assim, permanecem trabalhando no posto apenas técnicas de enfermagem e agentes comunitárias.
O atendimento no posto começou a ficar prejudicado no final da semana passada, depois que uma médica foi agredida e sofreu ameaças de uma moradora. Por motivos de segurança, o atendimento foi suspenso. Acompanhando a situação, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) informou que a situação de violência praticada contra os profissionais de saúde na Capital não é isolada. Diante dos relatos, a orientação do Simers foi de que as duas médicas do posto Milta Rodrigues deixassem a unidade, como ocorreu. Assim, permanecem trabalhando no posto apenas técnicas de enfermagem e agentes comunitárias.