Os locais de instalação ainda serão escolhidos depois de um estudo elaborado pelo Dnit e pela Polícia Rodoviária Federal. O superintendente do departamento, Vladimir Casa, explicou que serão levados em conta critérios como número de acidentes e gravidade das colisões, além da intensidade do fluxo em cada rodovia. Ele ponderou, ainda, que no trecho da BR 116 entre a região Metropolitana e o Vale do Sinos a trafegabilidade não pode ser prejudicada pelos equipamentos.
Em todo o país, a meta é reduzir em 70% o número de acidentes. Os contratos com as empresas responsáveis pela instalação dos controladores terão prazo de cinco anos e custarão R$ 805 milhões.
Casa contou que a opção por três tipos de equipamentos tem o propósito de evitar alta velocidade em pontos específicos de cidades (lombadas eletrônicas), desrespeito da sinalização em semáforos (caetanos) e o excesso de velocidade em toda a extensão de uma rodovia (pardais). “Nosso objetivo não é arrecadar e sim reduzir número de acidentes”, disse o superintendente. Casa disse quehá pelo menos quatro anoso Dnit tenta colocar os controladores nas estradas, mas problemas na justiça, como questionamentos de empresas derrotadas no processo licitatório, inviabilizaram a instalação.
Equipamentos previstos para as BRs gaúchas:
Lombadas eletrônicas: 69
Pardais: 48
Caetanos: 9