A entidade revela que há mais salva-vidas por guarita em praias onde os veranistas possuem um padrão econômico mais alto. Já em locais de menor poder aquisitivo, levantamento da associação aponta que há menor quantidade de salva-vidas por banhista. "De Tramandaí até Torres, há casos em que cada policial militar cuida, no mínimo, de trezentos banhistas na praia. Nas praias com pessoas com maior poder aquisitivo há dois salva-vidas", disse Leonel Lucas.
Conforme o comando da Operação Golfinho, o Litoral Norte conta com efetivo de 700 homens, mas o déficit é histórico no período de veraneio. "Precisaríamos de mais 200 homens. Esperamos um reforço com os salva-vidas civis que tem até sexta-feira para se inscrever no site da Brigada Militar", projeta o coronel Rogério Alberche, comandante do Comando Regional de Policiamento Ostensivo (CRPO) do Litoral Norte.
Nessa terça-feira, dois oficiais acabaram em um posto de saúde, em Tramandaí, devido à exaustão. Eles nadaram 800 metros para resgatar três adolescentes do mar.