Geral

Prefeitura admite atraso em parte das obras da Copa

Secretário de Gestão garantiu que maioria das melhorias estará concluída até o Mundial<br />

Prefeitura admite atraso em parte das obras da Copa
Prefeitura admite atraso em parte das obras da Copa Foto : Danton Júnior / Especial CP
Faltando um ano para o início da Copa do Mundo no Brasil, a Prefeitura de Porto Alegre realizou um tour de inspeção nas principais obras de mobilidade urbana na cidade à espera do Mundial. O secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, disse que parte das construções e reformas está atrasada por causa de imprevistos que ocorreram durante os trabalhos. Ele garantiu que a maioria das melhorias ficará pronta até junho do ano que vem.

“São 14 obras que estão sendo realizadas em Porto Alegre. Como são divididas por etapas, significa que são mais de 20. Temos dificuldades em obras específicas, por causa de coisas que atrapalharam o cronograma”, contou. “Trabalhamos com prazo ajustado, mas prevemos que as obras estarão prontas para a Copa. Se algumas não ficarem, elas serão concluídas, mesmo depois do evento”, acrescentou.

O secretário listou os problemas que agravaram o tempo estipulado em algumas obras que estão sendo realizadas para o Mundial. “Na avenida Severo Dullius,por exemplo, no traçado havia cerca de 116 mil metros cúbicos de lixo e foi necessária uma readequação. A Voluntários da Pátria levou uma notificação ambiental e, com isso, houve um acompanhamento diferenciado. A gente está trabalhando numa cidade viva e a vida real da obra acaba sendo diferente do cronograma inicial”, comentou Schmitt.

Falta de areia

Nesta semana surgiu um novo problema em relação às adequações da cidade para o evento da Fifa. A falta de fornecimento de areia resultou na suspensão das obras nos corredores das avenidas Protásio Alves e Bento Gonçalves. A Prefeitura aguarda o restabelecimento do material no mercado para ver a reforma ser retomada nestes locais.

“Nas demais obras, procuramos material substitutivo para a areia. Mas nas placas de concreto (que são usadas no corredores para receber o ônibus coletivos do sistema BRT), não há produto para substituir. É evidente que a Prefeitura não tem alternativa a não ser aguardar que tenhamos novamente areia no mercado”, observou o secretário. “As obras da Copa também servem muito a esse tipo de pressão. Não só em Porto Alegre”, completou.

Bookmark and Share