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Prefeitura assina convênios para sete Casas Lares

Serão abertas sete novas instituições que irão abrigar crianças e adolescentes de até 18 anos incompletos

A prefeitura, por intermédio da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), assinou na tarde desta segunda-feira convênios com duas entidades para a execução do programa Casa Lar na Capital. Serão abertas sete novas instituições que irão abrigar crianças e adolescentes de até 18 anos incompletos.

O serviço será realizado em parceria com as entidades selecionadas por edital público Ação Social de Fé, com duas casas, e Abrigo João Paulo II, cinco casas. Além do presidente da Fasc, Kevin Krieger, estiveram presentes ao ato o presidente da Ação Social de Fé, Sérgio Silveira da Silva, e o presidente do Abrigo João Paulo II, irmão Lauri Carlesso.

“O que mais comemoro com a assinatura destes convênios é o fato que, após a abertura das novas casas lares, os atuais abrigos poderão voltar para suas capacidades normais, sem lotação", destacou o presidente da Fasc, Kevin Krieger.

Inicialmente, estava prevista a assinatura de convênio com a entidade Sempre Mulher, a qual executará três novas casas. Contudo, a assinatura foi adiada para o final deste mês. E, com mais esta entidade, o município completará a iniciativa de abrir 10 novas casas.

Objetivando qualificar a estrutura das casas, a fundação investiu R$ 300 mil para melhor equipá-las. Desta forma, para o ano de 2010, a prefeitura destinará o montante de R$ 3.513.310,70 para o funcionamento de 28 Casas Lares. Atualmente, existem 18 na Capital, e a projeção é de que as outras 10 sejam abertas em diferentes bairros da cidade até a metade de fevereiro.

O programa prevê acolhimento de oito crianças ou adolescentes por casa, em regime de co-educação com a presença de um casal social selecionado pela entidade, além de um auxiliar de serviços gerais. São crianças e adolescentes com perfil favorável para atendimento no modelo familiar. Como resultado da implantação das casas, a Fasc pretende que os atuais abrigos, Casa de Passagem e Casa de Acolhimento, voltem às suas capacidades normais, evitando excesso de lotação.

Estrutura

As casas terão estrutura de pequeno porte, próximas a uma estrutura residencial. Atenderão oito crianças ou adolescentes com idades entre zero e 18 anos incompletos, e que estão sob medida de proteção aplicada pelo Juizado da Infância e Juventude. Sserão vítimas de maus-tratos, abandono e negligência.

Durante a estada nos abrigos - que, segundo diretrizes da política nacional da Assistência Social, deve ser a mais curta possível -, as crianças e adolescentes frequentarão escolas estaduais e municipais, serviços de apoio socioeducativo e de saúde na rede pública, além de atividades esportivas, de recreação e lazer.