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Prefeitura dá prazo de 15 dias para ajustes no GPS dos táxis da Capital

Categoria reclama que equipamentos não funcionam corretamente

Representantes dos taxistas puderam expor ao vice-prefeito, Sebastião Melo, e ao presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, os problemas
Representantes dos taxistas puderam expor ao vice-prefeito, Sebastião Melo, e ao presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, os problemas Foto : Ricardo Giusti /Divulgação / PMPA
Após a reunião realizada na manhã desta segunda para debater sobre o serviço de GPS fornecido aos taxistas da Capital, a Prefeitura definiu a suspensão por mais 15 dias o serviço. Representantes dos taxistas puderam expor ao vice-prefeito, Sebastião Melo, e ao presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, os problemas enfrentados desde o ano passado, quando os equipamentos começaram a ser instalados. Estiveram presentes também a Brigada Militar, vereadores, Procempa e a empresa Show Tecnologia.

Após este período, o grupo formado por integrantes das três entidades representativas dos taxistas, EPTC e Prefeitura dará um parecer final para a situação. Na Capital, 3,4 mil táxis estão com o GPS instalado e, na manhã desta segunda, antes da reunião, 2,8 mil estavam comunicando sua localização ao Centro Integrado de Comando e Controle, outros 52 não estavam funcionando e 141 foram violados.

“Nesse caso, somos os clientes e não estamos satisfeitos. Estamos pagando por um serviço que não está sendo prestado, pois está informando a localidade errada ou diz que o veículo está parado quando ele está circulando pela cidade”, afirmou o diretor-presidente do Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi), Luiz Nozari. De acordo com Melo, o grupo irá auditar os processos nas próximas duas semanas “para demonstrar a funcionalidade ou a não funcionalidade da tecnologia”.

O representante da Brigada Militar, tenente coronel Francisco Vieira, informou que até hoje, nunca recebeu um chamado pelo botão do pânico, outra tecnologia instalada nos veículos visando à segurança e alvo de constantes reclamações por parte dos taxistas.