Mesmo que a Prefeitura garanta a manutenção de todas as atividades nos órgãos municipais, os servidores públicos não pretendem trabalhar. De acordo com a diretora geral do Sindicato dos Municipários da Capital (Simpa), Carmen Padilha, somente os serviços essenciais, como o Hospital de Pronto Socorro (HPS), devem continuar funcionando. Conforme a sindicalista, escolas e postos de saúde, por exemplo, não devem ter expediente.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação, foi encaminhado um ofício às escolas, deixando a cargo dos diretores a decisão de paralisar ou não. Se as instituições não funcionarem, devem recuperar o dia letivo.