A área de implantação do projeto-piloto será limitada pelo Guaíba a oeste, pelo Arroio Dilúvio ao sul, pelas avenidas Silva Só, Goethe e Dr. Timóteo a leste e, a norte, por um contorno da Dr. Timóteo e Cristóvão Colombo até a Ramiro Barcelos e desta para a Voluntários da Pátria e Conceição, até a Mauá. A estimativa é de que, em até 90 dias, o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) passe a utilizar contêineres para a coleta de lixo domiciliar.
“Esta é mais uma iniciativa que busca modernizar nossa cidade, preservar os espaços públicos e tornar a capital de todos os gaúchos um lugar cada vez melhor para se viver”, afirmou Fortunati. Ele destacou que a eficácia do sistema dependerá também da colaboração dos cidadãos. “Nós queremos continuar trabalhando para tornar nossa cidade mais limpa, mas é muito importante a participação popular para termos essa Porto Alegre cada vez melhor."
As vantagens imediatas da conteinerização da coleta de lixo domiciliar na Capital, aos moldes do que é feito com sucesso em Caxias do Sul, Pelotas, Santa Maria e nas cidades uruguaias de Punta del Este e Montevidéu, serão o desaparecimento quase total dos caminhões do lixo (ficam só quatro) no trânsito dentro desta área de muito movimento de carros, o fim das ações de chuva, vento e animais nos sacos de lixo, que poderão ser dispostos nos contêineres a qualquer hora do dia ou da noite, e a diminuição da ação de catadores informais.
Os contêineres de dois tamanhos diferentes - 2,4 mil litros e 3,2 mil litros - ficarão distantes no máximo 100 metros um do outro e ficarão estacionados (75%) na via pública, ocupando o espaço semelhante ao de um automóvel pequeno. Apenas 300 contêineres precisarão ficar sobre calçadas, por falta de estacionamento em determinadas vias.
A população que utilizará diretamente o novo serviço será informada e esclarecida dos detalhes da mudança com uma ampla campanha pública de divulgação, que será feita com 30 dias de antecedência.