Esse é um dos cinco editais que fazem parte da nova modelagem de limpeza urbana da Capital, anunciada em maio. A prática segue orientações do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Ministério Público (MP). O documento anterior, que oferecia todos os serviços a uma única empresa, foi questionado na Justiça. Por esse motivo, a coleta domiciliar segue sendo prestada por meio de contratação emergencial.
O diretor do DMLU, André Carús, disse que a próxima licitação a sair será a da coleta domiciliar, cujo término da atual vigência ocorre em dezembro. Conforme ele, os novos contratos permanentes custarão R$ 330 milhões, cerca de 20% menos do que os anteriores, por não incluírem a contratação de caminhões complementares para a coleta regular.