Os manifestantes reivindicam que os 84 aprovados em concurso público para a Guarda Municipal, realizado em 2009, sejam nomeados. “A promessa era de que todos os 84 aprovados no processo seletivo seriam chamados em março deste ano. Muita gente deixou a sua atividade com esperança de assumir na Guarda Municipal”, lamentou Fernando Porte, um dos manifestantes e aprovado no processo seletivo. A prefeitura informou, no entanto, que não é possível realizar a convocação no momento.
Busatto fez um relato das dificuldades financeiras enfrentadas pelo Executivo. A alegação foi criticada pelo grupo. Gustavo Rocha, um dos organizadores do protesto, disse que a prefeitura não chama os aprovados devido a problemas financeiros, "mas tem dinheiro para pagar empresa de vigilância".
O comandante da Guarda Municipal Luiz Pithan, informou que o órgão conta com um efetivo 545 agentes e seriam necessários mais 250 profissionais para atuar na vigilância fixa dos prédios municipais, nos serviços de patrulhamento dos parques, postos de saúde e escolas e na central de monitoramento de câmeras dos parques da Capital.
O protesto causou problemas no trânsito, gerando um congestionamento de cerca de cinco quilômetros. O fluxo de veículos foi interrompido na avenida Castelo Branco, sentido interior-Capital a partir da Ponte do Guaíba. Houve reflexos também na avenida Mauá e vias próximas da região central.
Com informações dos repórteres Cláudio Isaías e Marcos Koboldt