Na lista da secretaria estão objetos como cadeiras, mesas e quadros-negros, que podem ser utilizados pela Secretaria Municipal de Educação (Smed). Os mobiliários foram solicitados para a realização de eventos festivos. Já as lousas foram exigidas pela Fifa para servirem de recursos em palestras.
Outros itens, como cones de trânsito e fitas de isolamento, também foram solicitados e devem ser repassados para a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Um número pequeno de tendas também entra na lista. A Secretaria Extraordinária da Copa entende que estes equipamentos podem ser utilizados em ações da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic).
A aquisição de contêineres também foi incluída na lista. Para a Fifa, os equipamentos devem servir de centros de informações, assim como para o Executivo. As informações repassadas pela Procuradoria-Geral do Município (PGM) são de que até 15% do custo das estruturas temporárias – estimado em R$ 30 milhões – pode ser arcado pela Prefeitura de Porto Alegre. A Secretaria da Copa pretende destinar apenas R$ 1,5 milhão para aquisição dos bens.
Equipamentos como geradores e detectores de metais, que poderiam ser comprados pelo Executivo municipal, devem ser adquiridos pelo governo do Estado. O projeto de lei encaminhado pelo Piratini, que garante incentivos fiscais às empresas que custearem as estruturas temporárias da Copa, permanece tramitando na Assembleia Legislativa, sem uma previsão de ir a plenário.