A resolução foi motivada pelo acidente ocorrido no Parque da Redenção, em 22 de agosto, quando 14 pessoas ficaram feridas após um vazamento de gás em uma carrocinha de churros. Quem for flagrado usando o liquinho deve ter o material recolhido e o alvará de funcionamento cassado. De acordo com o secretário, uma rede de revendas ilegais estaria abastecendo o mercado com botijões recarregados de forma inadequada.
O principal problema do liquinho, de acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás), é que ele não tem válvula de segurança, o que o deixa mais vulnerável a vazamentos e explosões. Em 30 dias dois novos equipamentos devem começar a ser vendidos para substituir o liquinho – dois botijões maiores, o P5 e o P8, com o equipamento de segurança necessário.
O Sindigás e a Smic também firmaram uma parceria para reforço na fiscalização das revendas clandestinas de gás em Porto Alegre. Um automóvel foi doado pelo sindicato à secretaria para auxiliar nas ações fiscalizatórias.