Caso os donos não sejam encontrados, a Prefeitura vai publicar uma notificação em jornais de grande circulação até o fim da semana. A partir disso, os proprietários terão dez dias para recuperar a calçada.Em um terreno ao lado do local onde ocorreu o acidente, ainda há um prédio abandonado. Os proprietários também poderão ser multados se for comprovado o descarte irregular de materiais de construção na calçada.
O chefe do setor de calçamento da Secretaria de Obras, Décio Hugentobler, ressaltou que a Prefeitura tenta localizar os proprietários dos números 1925 e 1929, para que realizem o reparo. “O número 1929 está a cargo da SMOV onde o morador não está morando lá, é um local de invasão. No endereço ao lado, a Secretaria do Urbanismo vai notificar o proprietário. Não há possibilidade de a Prefeitura pagar pela reforma de algo que é privado”, destacou.
A Caixa Econômica Federal ainda pode ser responsabilizada. A Secretaria da Fazenda informou inicialmente que o terreno onde há o prédio em construção foi penhorado pelo banco ainda em 1969. A Caixa pediu informações atualizadas para a SMOV nesta quarta-feira, já que a propriedade pode ter sido transferida e a Prefeitura não ter sido notificada.
O pedestre Villis Antônio Borghetti, de 87 anos, foi atingido por um veículo da empresa Conorte nessa terça-feira e morreu na hora.