O prazo foi repassado como um compromisso pelo secretário municipal da Saúde, Carlos Henrique Casartelli. "Vamos dar um voto de confiança, mas só acreditamos vendo. Na Câmara, esperamos que os vereadores mostrem que querem resolver a falta de médicos aprovando as mudanças", declararam os dirigentes do Simers, em uma nota emitida pela entidade no fim da reunião.
A baixa remuneração (piso de ingresso inferior a R$ 1,5 mil mensais) e ausência de carreira própria, de acordo com o sindicato, afastaram os médicos da rede pública de saúde, nos últimos anos. A entidade sustenta que a Operação Inverno confirmou o nível de gravidade da situação. Menos de metade das 70 vagas abertas para as contratações emergenciais para o período foi preenchida.