Conforme o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, a meta é compensar os taxistas da Capital em pelo menos dois aspectos. “Um dos motivos é custear os gastos com o sistema de rastreamento e o outro é incentivar que mais permissionários coloquem o serviço de táxi entre as 20h e as 22h, horário que hoje registra demanda elevada”, explica. O sistema de rastreamento prevê que toda a frota seja monitorada via GPS, em princípio com o motorista custeando a instalação do equipamento.
O projeto vem à tona um dia após o Sintáxi ter obtido, na Justiça, direito de voltar a cobrar a taxa de radiotáxi, o equivalente a meia bandeirada – R$ 2,11 – quando o serviço for solicitado por telefone.
O presidente do Sintáxi, Luiz Nozari, reforça o coro para que a categoria reivindique o direito desde o início da madrugada, mesmo sem que a Procuradoria-Geral do Município (PGM) e a EPTC tenham sido notificadas. Cappellari rebateu a postura do sindicato. Ele defende que a categoria só retome a cobrança depois de ser orientada pela EPTC. Além disso, frisou que os taxistas serão atuados se realizarem a cobrança antes disso.