Conforme Cappelari, o pedido, que foi verbal da primeira vez, é mais uma forma de minimizar os efeitos da greve para a população. Dessa vez, ele espera que o Estado consiga auxiliar.
O diretor-superintendente da Metroplan, Oscar Gilberto Escher, informou que tão logo receba o pedido formal, vai analisar o caso em uma reunião em caráter de urgência. Segundo ele, desde o início da greve só houve uma solicitação informal, rejeitada pela Metroplan por três razões: o período de férias dos rodoviários que atendem a região, a incompatibilidade entre os cartões magnéticos TRI e TEU, e a possibilidade de que a categoria também pare, a exemplo dos rodoviários de Porto Alegre.