O efetivo do 2º Comando Regional de Bombeiros (2º CRB) mobilizou mais de dez viaturas vindas de várias cidades da região, sendo controlada a situação após quase sete horas de combate ao fogo. O sargento João Carlos Prado calcula que mais de 130 mil litros de água foram usados para extinguir as chamas, cujas labaredas provocaram um imenso clarão. O 32º BPM prestou apoio no isolamento do entorno de toda a área, estimada em mais de 2,7 mil metros quadrados, onde ficava o depósito.
O fogo também atingiu e danificou a rede elétrica da área, propagando-se até pelo poste. A AES Sul enviou equipes pela manhã para o restabelecimento do sistema pois o bairro ficou parcialmente sem luz, prejudicando inclusive empresas na região.
O sinistro será investigado pela DP de Sapiranga. Apesar de relatos de que um homem, pilotando uma moto, ateou fogo em uma das carcaças de veículos que estavam no lado de fora do prédio, o delegado Ernesto Luis Clasen esclareceu que oficialmente não existe nenhuma prova ou testemunha para que se possa, neste momento, afirmar que se trata de um incêndio criminoso. Ele pretende aguardar o resultado das investigações e dos laudos periciais realizados pelo Departamento de Criminalística.