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Prejuízos com protesto na Capital foram irrelevantes, diz prefeitura

Prefeito de Porto Alegre informou que algumas janelas foram quebradas e uma porta danificada

Prefeito de Porto Alegre informou que algumas janelas foram quebradas e uma porta danificada
Prefeito de Porto Alegre informou que algumas janelas foram quebradas e uma porta danificada Foto : Vinícius Roratto
Os prejuízos no prédio da Prefeitura de Porto Alegre com a manifestação do Bloco de Lutas pelo Transporte Público na noite dessa quarta-feira foram considerados irrelevantes pela administração municipal. Algumas janelas foram quebradas e uma porta foi forçada por um grupo que tentou invadir a sede. A Guarda Municipal protegeu a entrada principal com cerca de 20 servidores e outros 10 defendiam a Prefeitura Nova, na rua Siqueira Campos.

De acordo com o subcomandante da Guarda Municipal, Valter de Oliveira, a Brigada Militar (BM) garantiu a segurança em todo o perímetro da prefeitura. “O grupo tentou invadir a prefeitura pelos fundos, mas não conseguiu e acabou depredando o local. Nós temos câmeras de vigilância e monitoramento no Centro Integrado de Comando da Cidade (Ceic), mas não temos efetivo para proteger todo o perímetro. Por isso tivemos o apoio operacional da BM”, informou. Ele também garantiu que os guardas municipais são equipados com capacetes, escudos, coletes balísticos, tasers e bastão para proteção pessoal e defesa do patrimônio.

O prefeito José Fortunati participava de uma assembleia do Orçamento Participativo (OP) no momento do protesto e condenou a atitude dos manifestantes. “Esse grupo não respeita o patrimônio público, não respeita as pessoas, nem a democracia. Eles seguem a filosofia do Black Bloc, conhecido internacionalmente por utilizar a violência e a depredação para chamar a atenção para suas bandeiras”, afirmou o prefeito.

Fortunati ainda clamou os manifestantes a participarem das discussões do OP. “A maioria da população de Porto Alegre, que é participativa como nós vemos nas plenárias da OP, sabe que não é dessa forma que se luta pelas suas causas. É discutindo, pressionando, mas de uma forma respeitosa", destacou.

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