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Prejudicados por chuva farão nova prova do Enem, afirma ministro

Menina que deu à luz neste domingo também poderá fazer exame em dezembro

Prejudicados por chuva farão nova prova do Enem, afirma ministro
Prejudicados por chuva farão nova prova do Enem, afirma ministro Foto : Wilson Dias / ABr / CP
Estudantes prejudicados pela chuva serão autorizados a fazer nova prova do Enem em dezembro, disse, neste domingo, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. "Em cinco cidades tivemos problemas com chuvas no finalzinho do exame. A situação que nos preocupa é Amargosa, na Bahia, onde a escola foi destelhada. Os alunos poderão fazer nova prova em dezembro, assim como a Pamela (Pamela Oliveira, de Cidrolândia/MS, que deu à luz hoje) e alunos sabatistas de Rio Branco, no Acre, que sofreram com falta de energia na noite de ontem (sábado)." Estudantes deficientes visuais que tiveram problema em realizar a prova no Rio de Janeiro também serão autorizados a fazer outra prova, acrescentou.

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Sobre os boatos de cancelamento da prova divulgados no sábado, na Internet, o ministro comentou: "Vamos avaliar juridicamente a questão, ver se é possível enquadrar na lei que prevê punição contra ato de concurso público. É preciso aprimorar legislação dos concursos." Ele acrescentou que a origem do problema foi em Campinas (SP) e que a Polícia Federal está investigando.

O ministro comemorou o fato de não haver indícios de fraude. "Não tivemos nenhuma fraude, nenhum indício que pudesse arranhar a seriedade do Enem", disse. "O Exame acontece como quase tudo que estávamos prevendo. Só o caso da Pamela que não estava previsto." Segundo Mercadante, o governo aprendeu com as experiências anteriores.

Dilma 

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que a presidente Dilma Rousseff deu os parabéns pelo Enem. Sobre anulação de duas questões da prova, o ministro comentou: "Estamos seguros da capacidade das pessoas que elaboraram as provas. Mas uma comissão vai avaliar essas questões." Ele informou também que, após encerrado o processo neste ano, o governo vai examinar a possibilidade de realizar duas provas por ano.

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