Segundo ele, foram observadas algumas movimentações “difíceis de explicar” no âmbito estadual, relacionadas especialmente à gestão na Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) durante o governo de Yeda Crusius. “Sabemos, por exemplo, que ocorreu deslocamento de servidores sérios e a aplicação de um processo muito rápido no licenciamento ambiental. Tinha algo errado”, afirmou.
Em junho de 2007, no primeiro ano do mandato de Yeda, foi constituída uma força-tarefa envolvendo a Sema para atuar em conjunto com a Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) e intensificar as atividades de suporte administrativo necessárias à conclusão dos trâmites das licenças ambientais.
Na época, o então secretário estadual do Meio Ambiente, Carlos Otaviano Brenner de Moraes, justificou a ação para reduzir o número de processos de licenciamento que aguardavam conclusão. Como resultado, foi instituída uma nova política ambiental no Estado, que resultou na unificação do licenciamento ambiental.