Maralles explica que a ação foi movida depois que a reunião entre manifestantes e o prefeito da cidade, Alexandre Lindenmeyer, não evolui sobre o impasse envolvendo o aumento do valor da passagem de ônibus, principal reivindicação do protesto. Os ativistas reforçam que o local permanecerá ocupado tempo indeterminado.
A assessoria de imprensa da Câmara ressalta que a ocupação permanece pacífica e sem depredações. Durante este período, não serão efetuadas sessões na casa, pois o espaço é pequeno e não comporta grande volume de pessoas.
O movimento protesta principalmente contra o aumento de R$ 0,15 concedido ao transporte público municipal. A tarifa foi reajustada no último domingo, passando de R$ 2,60 para R$ 2,75. O grupo também pede o retorno do Departamento Autárquico de Transporte Coletivo (DATC), para assumir as principais linhas de ônibus da cidade.