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Presidente da Carris admite erro em compra de software para a empresa

Ministério Público entrou com representação sugerindo indícios de irregularidades na licitação

O presidente da Companhia Carris Porto Alegrense (Carris) de transporte coletivo, João Pancinha, admitiu um erro no procedimento licitatório para a aquisição de um software de gerenciamento. O processo foi enquadrado pelo Ministério Público de Contas, em função de indícios de sobrepreço.

A representação foi acatada pelo presidente do Tribunal de Contas gaúcho (TCE), Cezar Miola, e ele autorizou a abertura de inspeção especial na empresa pública para verificar possíveis irregularidades na contratação do serviço. O conselheiro Algir Lorenzon vai relatar o processo.

De acordo com Pancinha, os órgãos de controle municipais já haviam alertado que o pregão usado na licitação não era a melhor maneira para contratar o serviço. Segundo ele, o TCE foi avisado pela própria Carris sobre o erro no serviço. O contrato não está mais vigente.

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