“A auditoria interna do município já tinha apontado falha na modalidade de licitação. Foi um erro lamentável, a empresa já foi informada da necessidade de romper o contrato”, explicou Pancinha. A Softbus terá cinco dias para se manifestar. A escolha da empresa ocorreu por meio de pregão presencial, com apenas duas candidatas. No entanto, como se tratava de aquisição de software, deveria ter sido feita uma concorrência pública, na modalidade de licitação.
A empresa já fez 60% da produção do programa de computador, que deve integrar os sistemas de recursos humanos, arquivamento e processamento de dados da companhia. Como a falha foi da Carris, conforme Pancinha admitiu, é possível que haja prejuízos. Mesmo assim, o presidente deve tentar fazer com que a Softbus devolva o dinheiro pago, até mesmo, pelo serviço já executado.
“Agora vamos ver como vamos concluir essa situação. Certamente, vamos solicitar a devolução dos recursos. O importante é que a Carris se adapte”. Caso a empresa não devolva o valor correspondente pelo trabalho já feito, o prejuízo pode ser superior a R$ 341,4 mil.